Em entrevista ao JN, Luciana Abreu fala de novos projetos, da mãe "guerreira", das suas duas filhas e de... Yannick Djaló. O musical Aladino deixa os palcos do Porto e muda-se para Lisboa. Vai ter saudades do público nortenho?Todos os públicos deixam saudade. No Norte sou, de facto, muito bem recebida porque foi lá que cresci. O Porto, particularmente, recebe-me sempre de uma forma muito carinhosa, fazem-me sentir muito amada.
As suas filhas gostaram da temporada a Norte?A Lyonce e a Lyannii gostaram muito de estar no Porto, estão habituadas a viajar bastante, não estranham as mudanças de "ares". São crianças muito felizes e estão sempre rodeadas de alegria e acabou por ser ainda mais divertido pois estávamos a morar no Hotel Holiday Inn.
Vai sentir falta do Porto? De quê, principalmente?Da gastronomia e do carinho do público. Quero voltar em breve...
O que espera agora do público de Lisboa?O mesmo carinho que sinto sempre quando ando nas ruas Lisboa.
Os lisboetas são mais ou menos calorosos que os portuenses?Todos sabemos que no Porto as pessoas são mais "dadas" e por via disso são bastante calorosas, o que não quer dizer que os lisboetas não o sejam, muito pelo contrário.
Está a passar por uma ótima fase profissional. Tem sido fácil encontrar o equilíbrio com a vida pessoal?É verdade que durante dois anos me dediquei em exclusivo à família, e outra coisa não seria de esperar uma vez que fui mãe duas vezes, ainda assim consegui conciliar com algum trabalho, fiz "O último a sair" (RTP1) e "A Tua cara não me é estranha" (TVI). Agora, tudo volta à normalidade, consigo conciliar muito trabalho sem deixar de ter tempo para as minhas filhas!
Passou por um período atribulado a nível pessoal, com a separação e posterior reconciliação. O trabalho árduo serviu como escape/terapia?Sempre lutei por aquilo em que acredito. Fui ensinada a dar valor ao que tenho e por isso dou sempre o máximo no meu trabalho. Todas as pessoas, casadas ou não, se desentendem pelas mais variadas razões. Eu não sou exceção.
A sua vida tem sido uma correria, com as participações no programa "Vale tudo", a gravação de um CD com Luís Jardim e a prestação na peça Aladino. Com duas filhas pequenas, como concilia tudo?Cuido bastante de mim e não descuro a parte física, que sofre um enorme desgaste, principalmente com o Aladino, onde tenho de patinar, mas para isso tenho contado com a enorme ajuda da minha PT, a Elisa Escalante, que me tem posto em forma. É ainda preciso saber gerir todo o tempo disponível. A minha mãe ajuda-me imenso e muitas vezes toma conta das meninas. Tento conciliar tudo para passar o máximo de tempo possível com elas. Seja em casa ou a passear. O importante é estarmos juntas. Quando posso também levo a Lyonce comigo (porque a Lyannii ainda é muito pequenina). Ela diverte-se muito nestes ambientes. De qualquer forma sinto-me uma privilegiada pois faço o que gosto e tenho tempo de acompanhar o crescimento das minhas filhas.
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